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  • Caminho Desperto

A ilusão da separação traz sofrimento.


Imagem de John Hain Escrito por Anna Paula Paiva

Ultimamente um assunto tem me chamado mais atenção: a dualidade.


Tenho pensado na cultura que temos de separação.

Não sabemos viver na dualidade. E usamos esse rigor tanto nos julgamentos de dentro, quanto de fora. Não aceitamos a dualidade nem no mundo nem em nós. Estamos sempre querendo separar o bom e o ruim, queremos acertar e não errar. E nessa dinâmica, passamos uma vida drenando energia numa guerra interna e externa sem fim.

São tantas as crenças e tabus que nos impedem de passar pelas experiências na vida sem julgá-las de boas ou ruins, sendo que na verdade TODAS elas não passam de EXPERIÊNCIAS. E como tudo, carregam suas luzes e sombras. A diferença percebida por nós é o foco que damos a cada uma delas. E esse foco de observação diz muito sobre nós. Vai ter experiência boa (pq sublimamos o desafio dessa experiência) e vai ter experiência ruim, (o desafio pesou mais). E essa posição de observador é o de passar pelas experiências que temos na caminhada com um olhar de criança, curiosa, pois cada experiência um aventura, mas com a consciência de um adulto para analisar as próprias ações e saber a posição que se encontra na eterna caminhada!


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